FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO

Alterações da Regra do futsal para 2013

Futsal do Brasil passa a adotar novidades na regra em 2013

REGRA 1 – A SUPERFICIE DE JOGO

Placas de publicidade ao redor da quadra de jogo

A publicidade vertical, se existir, deverá estar a:
 
1 – Um metro das linhas laterais, exceto nas áreas técnicas e zonas de substituições, que proíbe qualquer publicidade;
 
2 – A mesma distância a partir da linha de meta com a profundidade das redes do gol;
 
3 – A um metro da rede do gol;
 
Motivo: Decisão da IFAB: Não haverá publicidade vertical, a menos de um metro da rede de meta para os árbitros ver a rede de meta sem nenhum obstáculo. 

REGRA 3 – NÚMERO DE JOGADORES

Competições oficiais

Podem ser utilizados até ao máximo de nove substitutos em qualquer jogo disputado numa competição oficial organizada pela FIFA, pelas confederações ou federações membro.
 
Os regulamentos da competição estabelecerão quantos substitutos poderão ser designados, até ao máximo de nove.
 
MotivoEsta alteração ajuda a prevenir lesões no longo prazo como resultado de serem jogados vários jogos seguidos. Em qualquer caso, os regulamentos de cada competição podem definir o número de substitutos.
 
Interpretação das Leis do jogo de futsal e diretrizes para Árbitros:
 
Se um substituto assim designado entra na superfície de jogo no lugar de um jogador assim designado, antes do início do jogo e sem que tenha notificado os árbitros ou árbitros assistentes:
 
•  os árbitros permitirão que o substituto assim designado continue a disputar o jogo;
 
•  não se adotarão medidas disciplinares contra o substituto assim designado;
 
•  o árbitro reportará a ocorrência à entidade Organizadora (Relatório do Árbitro).
 
Motivo: Decisão do IFAB (International Football Association Board): São freqüentemente efetuadas substituições antes de se iniciar o jogo e após terem sido comunicados à equipe de arbitragem os nomes de jogadores e substitutos. Normalmente, tal sucede como consequência da lesão de um jogador durante o aquecimento. Se os elementos da equipe de arbitragem são informados da troca, tal é permitido, mas torna-se necessário clarificar o procedimento, caso não sejam informados da mesma.

REGRA 4 – EQUIPAMENTO DOS JOGADORES

Meias – se é usada, na parte exterior, fita adesiva (tape) ou um material similar, deverá ser da mesma cor que o setor das meias onde está aplicado.

Motivo: Decisão do IFAB – Existe um número crescente de jogadores utilizando demasiada fita adesiva, no exterior das meias. Isto traduz-se por uma multiplicidade de cores, alterando o aspeto visual das meias, podendo causar confusão entre os árbitros, necessitados por vezes de verificar atentamente as meias, para determinar quem jogou a bola pela última vez, antes de sair de jogo.

REGRA 4 – EQUIPAMENTOS SUPLEMENTARES

O uso de sistemas de comunicação eletrônica entre jogadores e/ou equipe técnica, não é permitido.

Motivo: Decisão do IFAB –  a redação anterior de “sistemas de radiocomunicação” não reflete os avanços Tecnológicos.

REGRA 7 – DURAÇÃO DO JOGO

Fim dos períodos de jogo

O cronometrista indica o fim de cada período com um sinal acústico. Após ouvir o sinal acústico do cronometrista, um dos árbitros anuncia o final do período ou do jogo com o seu apito, tendo em consideração o seguinte:
 
•  se tiver de ser executado ou repetido um tiro livre direto da marca de 10 metros ou um tiro livre direto, a partir da sexta falta acumulada, o período em questão é prolongado até o tiro ser executado;
 
•  se tiver de ser executado ou repetido um pênalti, o período em questão é prolongado até o pênalti ser executado.
 
Se a bola tiver sido jogada na direção de uma das balizas, os árbitros devem esperar que o chute surta o seu efeito mesmo que o cronometrista acione o sinal acústico.  O período termina quando:
 
•  a bola vá diretamente para a baliza e se marque gol;
 
•  a bola saia dos limites da superfície de jogo;
 
•  a bola toque no goleiro ou outro jogador defensor, nos postes da baliza, na barra transversal ou no solo, atravessando a linha de baliza e se marque gol;
 
•  o goleiro ou outro jogador defensor toque a bola ou esta ressalte dos postes da baliza ou da barra transversal, não atravessando a linha de baliza;
 
•   bola toque qualquer jogador da equipe que a jogou, exceto se tinha sido executado um tiro livre indireto e, após tocado por outro jogador, se dirigia para a baliza adversária;
 
•  não tenha sido cometida nenhuma infração sancionada com tiro livre direto, tiro livre indireto ou pênalti e um tiro livre direto, tiro livre indireto ou grande penalidade não tenha que ser repetido.
 
Se tiver sido cometida uma infração, neste período, sancionável com um tiro livre direto após a 5ª falta acumulada de uma das equipes ou com um pênalti, o período termina quando:
 
•  a bola não é rematada diretamente à baliza;
 
•  a bola vai diretamente para a baliza e um gol é marcado;
 
•  a bola saia dos limites da superfície de jogo;
 
•  a bola toca um ou ambos os postes, a barra, o goleiro ou outro defensor e é marcado gol;
 
•  a bola toca um ou ambos os postes, a barra, o goleiro ou outro defensor e não é marcado gol;
 
•  não é cometida nenhuma infração sancionável com tiro livre direto, tiro livre indireto ou pênalti.
 
Se tiver sido cometida uma infração neste período, sancionável com um tiro livre direto antes da 6ª falta acumulada de uma das equipes, o período termina quando:
 
•  a bola não é rematada diretamente à baliza;
 
•  a bola vai diretamente para a baliza e um gol é marcado;
 
•  a bola saia dos limites da superfície de jogo;
 
•  a bola toca um ou ambos os postes, a barra, o goleiro ou outro defensor e é marcado gol;
 
•  a bola toca um ou ambos os postes, a barra, o goleiro ou outro defensor e não é marcado gol;
 
•  a bola toca um jogador da equipe executante;
 
•  não é cometida nenhuma infração sancionável com tiro livre direto, tiro livre indireto ou pênalti.
 
Se tiver sido cometida uma infração, neste período, sancionável com um tiro livre indireto, o período termina quando:
 
•  a bola vai diretamente para a baliza, sem ser tocada por outro jogador durante a trajetória ou tocando os postes ou a barra, caso em que o gol não será válido;
 
•  a bola saia dos limites da superfície de jogo;
 
•  a bola toca um ou ambos os postes ou a barra, após tocar o goleiro ou outro jogador de equipe diferente da que beneficiou do mesmo, e é marcado gol;
 
•  a bola toca um ou ambos os postes ou a barra, após tocar o goleiro ou outro jogador de equipe diferente da que beneficiou do mesmo, e não é marcado gol;
 
•  não é cometida nenhuma infração sancionável com tiro livre direto, tiro livre indireto ou pênalti.

Motivo: O texto anterior era incongruente, uma vez que se a bola tocava um defensor que não o goleiro, entrando na sua baliza, o gol não era válido; de igual forma, não estava de acordo com o espírito de Fair-play, permitindo-se que ao poder cometer-se uma infração que, não sendo sancionável com pênalti ou tiro livre direto após a 5ª falta acumulada, o período ou o jogo terminariam, o que poderia originar a que, em casos extremos, se cometessem infrações para alterar o resultado de um jogo.

REGRA 8 – INÍCIO E REINÍCIO DO JOGO

Bola ao solo
 
(…)
 Infrações e sanções
 O lançamento de bola ao solo deve ser repetido, no mesmo local do lançamento inicial:
 (…)
 Se a bola entra diretamente na baliza, após tocar o solo e sendo subsequentemente tocada ou jogada por um jogador:
 •  um lançamento de baliza será concedido se a bola entra na baliza do adversário;
 •  um pontapé de canto será concedido se a bola é entra na própria baliza.

 Motivo: Decisão do IFAB – têm acontecido situações em que foram marcados gols, a partir de lançamentos de bola ao solo sem disputa. Tal fato origina um acréscimo de pressão nos árbitros, obrigado a permitir a anotação do gol. Assiste-se depois a atos e situações em que os adversários da equipe que sofre o gol permitem que, sem oposição, aquela reequilibre o marcador. Contudo, tal poderá não acontecer, originando graves problemas.

REGRA 12 – FALTAS E INCORREÇÕES

Existem circunstâncias nas quais se requer uma advertência por comportamento antidesportivo quando um jogador toca a boladeliberadamente com a mão, por exemplo, quando o jogador:
 
•  toca  deliberadamente a bola com a mão para impedir que um adversário a receba.

 Motivo: Decisão do IFAB – torna-se muito mais importante punir a consequência que o fato de ser ou não manifesto. Com efeito, o ato de jogar a bola com a  mão poderá ser imperceptível, apesar de determinante. Além disso, torna-se difícil definir  o que significa “manifestamente” e por conseguinte encontrar uniformidade de interpretação, especialmente entre árbitros de diferentes países ou confederações, com diferentes experiências. Apagando a palavra “manifestamente” e definindo que, se ao tocar a bola com a mão impediu o adversário de ganhar a posse da bola o jogador deverá ser advertido, facilita-se a interpretação.

Infrações cometidas pelo Goleiro

O goleiro não pode tocar a bola na sua própria metade da superfície de jogo nas seguintes circunstâncias:
 
• Se controla a bola durante mais de 4 seg., ou seja:
 
- com as mãos na sua área de grande penalidade;
 
- com os pés na sua própria metade da superfície de jogo;
 
- com as mãos na sua área de meta e com os pés na sua própria metade da superfície de jogo.

 Em todos estes casos, o árbitro mais próximo do goleiro deve fazer obrigatoriamente a contagem visível dos 4 seg.

 •  Se, depois de jogar a bola, lhe tocar novamente na sua própria metade da superfície de jogo, após ter sido deliberadamente jogada para si por um colega de equipe sem ter sido jogada ou tocada por um adversário
 
- considera-se que o goleiro joga a bola quando lhe toca com qualquer parte do seu corpo, exceto se a bola ressalta acidentalmente nele.

 Motivo: Existia um lapso na Edição em língua inglesa, que como se sabe, é prevalecente em caso de litígio.

- A FEDERAÇÃO GAÚCHA DE FUTEBOL DE SALÃO tem os patrocínios oficiais do GRUPO RBS, TRAMONTINA e PENALTY

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Posicionamento durante as cobranças das penalidades máximas:

 ANEXO III – MARCAÇÃO DA QUADRA DE JOGO

ANEXO IV – CÓDIGO DE SINAIS          

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANEXO V – SÚMULA

 

 

 

 

ANEXO VI – SUGESTÃO DE MONTAGEM DE ARENA

ANEXO VII – MODELO DE RELATÓRIOS DE EXPULSÕES

1. POR PRATICAR FALTA
Aos 00 minutos de jogo, expulsei o jogador camisa nº __, Sr. (nome completo do jogador), Registro nº __, da equipe XXX, por ter cometido uma falta na disputa (ou sem a disputa) da bola, atingindo o jogador adversário de camisa nº __, Sr. MM na altura do tornozelo direito, derrubando-o, tendo que ser atendido pelo massagista/médico de sua equipe (ou não necessitando de atendimento) e retirado da quadra, retornando posteriormente ao jogo ( ou não retornando mais ao jogo). A referida falta era passível de cartão amarelo (ou vermelho). O jogador faltoso já possuía cartão amarelo (qual o motivo) e retirou-se normalmente da quadra (ou tomou alguma outra atitude antes de sair da quadra ou ainda após ter saído da quadra).
2. POR AGRESSÃO
Aos 00 minutos de jogo, expulsei o jogador de camisa nº __, Sr (nome completo do jogador), Registro nº __, da equipe XXX por desferir um soco no jogador de camisa nº __, Sr (nome completo do jogador), da equipe YYY, atingindo-o na face do lado direito. Em ato contínuo o jogador atingido revidou desferindo um pontapé, atingindo o jogador na perna direita na altura da coxa. Após estes fatos ambos se retiraram para os respectivos vestiários normalmente.
OBS. Citar sempre quem iniciou a agressão, mas nunca usar o termo “AGRESSÃO” no relatório e sim desferiu um soco, um pontapé, uma cotovelada, etc.
3. POR OFENSAS MORAIS
Aos 00 minutos de jogo, expulsei o treinador Sr (nome completo do treinador ou membro da comissão técnica), da equipe XXX, por reclamar da marcação de uma falta contra a sua equipe dizendo as seguintes palavras: (dizer textualmente as palavras pronunciadas pelo treinador, sem usar o termo “ofendeu”).
4. POR IMPEDIR UM GOL
Aos 00 minutos de jogo, expulsei o goleiro ou jogador camisa nº 00 Sr (nome completo do jogador), Registro nº __, da equipe XXX, por ter interceptado a bola com a mão ou cometido uma falta, fora ou dentro da área penal, quando a bola ia em direção a meta, impedindo com meios ilegais a marcação de um tento contra a sua equipe. Após a expulsão o referido jogador retirou-se normalmente da quadra, ou relatar alguma outra reação por parte deste.
5. PARALIZAÇÃO DO JOGO
Aos 00 minutos de jogo, paralisei a partida por 00 minutos tendo em vista que um torcedor da equipe XXX, identificado pelo seu uniforme jogou um copo com líquido dentro da quadra, ou por falta de energia elétrica, ou por qualquer outro problema. A partida esteve paralisada por 00 minutos. É importante sempre colocar o tempo de jogo, o tempo que esteve paralisado, o motivo ou qualquer outra observação que achar relevante. 6. W X O equipe XXX não compareceu à quadra no horário previsto para o jogo, sendo aguardados 00 minutos de tolerância conforme previsto no Art 00 do Regulamento e mesmo assim a equipe não compareceu. Caso a equipe tenha comparecido após o horário previsto para tolerância, citar no relatório inclusive quais os motivos alegados.
7. REPRESENTANTES
Os Representantes devem fazer um relatório minucioso de tudo que ocorreu antes, durante e após os jogos, relatando inclusive, em separado, a atuação da equipe de arbitragem, principalmente em lances polêmicos do jogo, fazendo o seu relato e não copiando o relatório dos árbitros, dificultando a tomada de decisões pela comissão disciplinar para punições de jogadores e comissão técnica.
8. POR AGRESSÃO AOS OFICIAIS DE ARBITRAGEM
Aos 00 minutos de jogo, expulsei o jogador de camisa nº __, Sr (nome completo do jogador), Registro nº __, da equipe XXX, por haver me atingido ou meu auxiliar com (soco, pontapé, etc…) na altura do (citar o local atingido), quando da marcação de (citar a penalidade contra a sua equipe). Esclareço que o (soco, pontapé, etc…) causou-me (citar se houve ferimento, hematoma, etc.) fato constatado pelo (citar nomes de quem o socorreu e hospital que o tenha atendido) Em anexo, os documentos comprobatórios para que possam servir de subsídio para a Comissão Disciplinar.
9. EQUIPAMENTOS
Os árbitros devem observar as instalações dos ginásios colocadas à disposição, vestiário da equipe visitante, vestiário dos oficiais de arbitragem, quadra de jogo, marcações da quadra, redes, gols, mesa para anotações, placar eletrônico, redes de proteção da quadra, iluminação (nº de lâmpadas queimadas). Relatar tudo que esteja em desacordo com a regra.
12. PÚBLICO
Observar o comportamento do público com a equipe adversária e arbitragem e qualquer anormalidade relatar todos os fatos ocorridos.
11. RECOMENDAÇÕES
Os relatórios devem ser claros e escritos de maneira de fácil interpretação, relatando todos os acontecimentos na ordem que foram ocorrendo, sem omitir fatos ocorridos e sem relatar fatos que não tenha presenciado. Se o anotador, cronometrista ou representante, presenciou algum fato ocorrido e trouxe ao seu conhecimento, deve relatar e dizer quem presenciou o ocorrido. Os relatórios devem ser bem claros de forma que a Comissão Disciplinar possa imaginar como ocorreu o fato e possa fazer um julgamento correto, evitando punir com severidade ou abrandando penas, por relatórios mal redigidos.
Sempre que um jogador cometer uma falta, um jogador sofreu esta falta.
Sempre que alguém cometeu uma agressão, alguém foi agredido.
Sempre dizer o local que foi atingido, se foi na disputa de bola ou não, se teve que ser atendido pelo departamento médico ou não, se teve que ser substituído ou não, se retornou a quadra ou não, etc..
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FEDERAÇÃO DO RS:
RIO GRANDE DO SUL
Federação Gaúcha de Futebol de Salão
Fundada em 04 de junho de 1956
Pres. Dárcio da Silva Castro
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